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"Imagens de microorganismos que fazem muita falta nas águas do rio Tietê"
Os cursos d'água são notavelmente auto-renováveis, basta ao homem, através de uma nova forma de manejo adequado a ser criado, dê condições para tal. Uma das ferramentas é a promoção das mudanças de camadas tróficas (cadeia alimentar) naquele ecossistema aquático para que ocorra a transferência de energia e a fitodepuração de suas águas rapidamente.
O presente trabalho apresenta alguns links onde os senhores poderão ver imagens reais desses microorganismos, fitoplânctons e zooplânctons, que desempenham a função natural de transferir a energia de uma camada trófica a outra superior, fenômeno natural que a ciência dá o nome de teia ou cadeia alimentar, ou seja, os nutrientes produzidos pelos decompositores principalmente anaeróbios e facultativos são assimilados por eles para serem transferidos na forma de alimentos para organismos superiores, por exemplo, girinos, alevinos, guarus, etc. Estes por sua vez servirão de alimentos para peixes maiores, sapos e aves, por exemplo, garças, irerês e biguás, enfim, propomos reestabelecer no rio Tietê a fauna e flora aquática que foram eliminadas nas estações de tratamento de água (ETA). Lamentavelmente esses microorganismos e seus fantásticos poderes naturais são, hoje, ignorados pelas autoridades e profissionais que cuidam dos corpos hídricos e das estações de tratamento de esgoto (ETE), exceção feita aos estudiosos dos wetlands construidos, pior, as liquidam, matam, principalmente na fase final do tratamento, transformando a sua biomassa em lodo, daí o excesso de formação de lodo nas ETE resultado da não transferência de energia para camadas superiores.
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