_________________________________Espumas no Rio Tiete em Pirapora do Bom Jesus 38 anos


Sílica a Tábua de Salvação

Lagoa de Carapicuíba, Sílica a Tábua de Salvação do rio Tietê
Boa notícia para os moradores de
Osasco, Carapicuíba, Alphaville / Barueri e Sant. de Parnaíba.
O Sistema Misto de Esgotamento como forma de acabar rapidamente com a emanação de gases fétidos e nocivos à saúde humana.
Os cursos d'água são notavelmente auto-renováveis, basta ao homem, através de uma nova forma de manejo adequado a ser criado, dê condições para tal. Uma das ferramentas é a promoção das mudanças de camadas tróficas (cadeia alimentar) naquele ecossistema aquático para que ocorra a auto-renovação de suas águas rapidamente.


(*) por Massao Okazaki

Introdução:
Peço licença às autoridades, à academia, aos técnicos especialistas em saneamento e aos ambientalistas para apresentar para a sociedade esta proposta que faz parte também da série de propostas voltadas para melhorar a qualidade das águas do Alto Tietê de maneira sustentável e garantir um grande incremento de água bruta de qualidade e quantidade para a RMSP e Baixada Santista denominada de “Renascimento do Projeto Billings” para os próximos 20 anos.
Estendo a aplicação desta proposta a todos os córregos, canais, rios e represas do território brasileiro.
Peço licença também para voltar a insistir na necessidade de uma ampla revisão nos processos de tratamento de esgoto hoje utilizados visto que elas não vêm apresentando bons resultados. Ver “Revisão dos processos de tratamento do esgoto” apresentado ao Plano de Bacias PCJ em 2005, mas não contemplado de forma explicita: http://www.webcentral.com.br/massao/pg015.html .

Boa notícia:
Baseado em referências bibliográficas e em fatos reais (ver fotos nº. 3 e 4 comentadas abaixo), proponho a adoção do sistema de esgotamento misto onde a decomposição da matéria orgânica e as mudanças de camadas tróficas possam começar a ocorrer, já, dentro das próprias redes de esgoto e de água pluviais.
Conforme procurei demonstrar no outro artigo “Atividade Mineraria em Paris/França” publicado em: http://www.webcentral.com.br/massao/pg012.html onde mostrei por meio de um conjunto de imagens de satélite que, na região de Paris, onde existem centenas de portos de areia em funcionamento, entre elas, para o serviço de dragagem e limpeza periódica dos canais de navegação, as águas desses lagos, rios e canais estão limpas e com presença de peixes, bem melhores que as águas do rio Tietê e Pinheiros.
Ainda mais, lá é adotado o sistema misto de esgotamento com reservatórios de compensação, algo parecido aos nossos piscinões e ainda admite-se o lançamento de lodo de ETA nas redes de esgoto e de águas pluviais.
Os três fatores acima: finos fornecidos pelas dragagens, o lodo de ETA lançados nas redes e o sistema misto de esgotamento, todos carreando sílicas e silicatos, podem estar influenciando positivamente numa melhor eficiência das ETEs européias.
Considero que a dragagem e/ou limpeza uma atividade essencial em todos os córregos, canais, rios e lagoas mesmo que as mesmas não estejam sendo usado para navegação, pois, essa atividade provoca movimento das águas e involuntariamente fornece os elementos vitais para a base da cadeia alimentar, as sílicas e silicatos para as algas douradas, entre elas, as diatomáceas.
Ver: “Extração Minerária & Recursos Hídricos - (cap. 1)” em: http://www.webcentral.com.br/massao/pg006.html .

Dramática Situação das Bacias PCJ:
A situação dos nossos córregos, canais, ribeirões, rios, lagos e represas mostram que há necessidade, urgente, de uma ampla revisão no plano de manejo das águas destes respectivos corpos hídricos e tomadas de medidas emergenciais.
Dentro desta premissa o reuso da água usada por outro município a montante se faz necessário o que já é uma realidade em toda a Europa e em outros continentes.
Tomemos como exemplo real a nossa bacia PCJ que fornece água bruta cristalina para a RMSP (30 m³/seg!) através do Sistema Cantareira.
Aqui no PCJ estamos captando para abastecimento público água bruta de má qualidade (ver relatório de qualidade das águas, rios e reservatórios no site da CETESB: http://www.cetesb.sp.gov.br/Agua/rios/monitoramento.asp ) que foi utilizada pelos municípios a montante, em muitas ocasiões, água fora dos padrões exigidos pelo Conama 357, estamos provisoriamente dando o título de classe pior que 4 a estas águas.
Ver o site do Prof. Dr. Sevá da Unicamp que confirma o que estou relatando e mostra com imagens a dura realidade do PCJ:
http://www.fem.unicamp.br/~seva/pdf_seva2_puccamp21set05.pdf
Considero que baseado nas referências e fatos reais apresentados que a RMSP / Sabesp possa fazer o mesmo, urgente, reciclar ao menos 30 m³/seg para que ela reduza a retirada e dependência do Cantareira, aliás, compromisso assumido na última outorga de 2004 (procurar outras fontes), e possamos assim encher as represas do Sistema Cantareira e com isso melhorar em quantidade e qualidade as águas para abastecimento dos municípios do PCJ. Considero mais do que justo esta reinvidicação dos municípios do PCJ.

Sistema Misto de Esgotamento:
Apresentando abaixo três fatores com as quais demonstro a necessidade da adoção, urgente, do sistema misto de esgotamento muito usado nos países europeus, da reformulação dos processos de tratamento dos esgotos e de se instituir um novo plano de manejo dos córregos, canais e de redes de esgoto e de águas pluviais, inclusive, sua ação prática efetiva.

Fator I:
O sistema hoje utilizado, o separador absoluto inquestionavelmente não tem apresentado resultados nada favoráveis, basta dar um giro pelas cidades da RMSP para se ver os seus respectivos córregos e canais, onde deveriam correr apenas águas limpas e cheias de vida, poluídos por esgotos, com muito lixo, entulho e coberto com mato. Isso ocorre em praticamente todas as cidades brasileiras.

Fator II:
Consultando o site da Sabesp montei a tabela das ETEs em operação.
http://www.sabesp.com.br/CalandraWeb/CalandraRedirect/?temp=4&proj=sabesp&pub=T&db=&docid=FDADB6DEB2F5B3408325734E005D92CD

ETE                   Vazão de projeto               Vazão atual tratada
ABC                     3,0 m³/seg                                    1,3 m³/seg
Barueri                9,5 m³/seg                                    7,0 m³/seg
Penha                  2,5 m³/seg                                    1,2 m³/seg
São Miguel          1,5 m³/seg                                     0,5 m³/seg
Suzano                1,5 m³/seg                                     1,0 m³/seg
Total                  18,0 m³/seg                                    11,0 m³/seg

A tabela informa que atualmente a Sabesp trata apenas 11,0 m³/seg, esse número considero que deveria ser ao menos 50,0 m³/seg perante os ~70,0 m³/seg que a RMSP consome e perante os vultuosos investimentos já realizados e ainda dar condições de vida nos efluentes tratados para a fauna e flora aquática e assim dar condições ao corpo receptor de captação para abastecimento.
Salvo engano, em palestras proferidas por técnicos da Sabesp a vazão total de projeto só será alcançada em 2016, isso complica ainda mais as coisas.
Serão construídas novas grandes ETEs para tratar os restantes 32,0 m³/seg? Teremos tempo e recursos para tanto? Julgo que não, ainda sequer foi considerada a hipótese de a população crescer e aumentar o consumo de água nos próximos anos.
Acontece ainda que as ETEs em operação não estão apresentando resultados positivos, basta ver as imagens das ETEs em operação da Sabesp e de outros estados em: http://www.webcentral.com.br/massao/pg002.html.
Portanto, urge tomada de medidas corajosas, inovadoras, para aumentar, já, a quantidade de esgoto tratado na RMSP por parte da Sabesp. Uma das saídas é tratar o esgoto já a partir do lançamento nas redes. Hoje, as redes de águas pluviais e de esgoto estão praticamente abandonadas, cuida-se delas apenas quando entopem ou são rompidas por algum motivo qualquer.

Fator III:
Do mesmo site da Sabesp baixei o seguinte texto:
Tratamento de esgoto
O tratamento consiste na remoção de poluentes do esgoto. O método a ser utilizado depende das características físicas, químicas e biológicas do efluente.
Na Região Metropolitana de São Paulo, o tratamento utilizado nas grandes estações de tratamento é por lodos ativados, onde há uma fase líquida e outra sólida que compreende o lodo.
O método por lodos ativados foi desenvolvido na Inglaterra em 1914. Ele é amplamente utilizado para tratamento de esgotos domésticos e industriais. O trabalho consiste num sistema no qual uma massa biológica cresce, forma flocos é continuamente recirculada e colocada em contato com a matéria orgânica sempre com a presença de oxigênio (aeróbio).
O processo é estritamente biológico e aeróbio, no qual o esgoto bruto e o lodo ativado são misturados intimamente, agitados e aerados em unidades conhecidas como tanques de aeração. Após este procedimento, o lodo é enviado para o decantador secundário, onde a parte sólida é separada do efluente tratado. O lodo sedimentado retorna ao tanque de aeração ou é retirado para tratamento específico.
O método lodos ativado foi desenvolvido na Inglaterra em 1914, país de clima temperado, nosso clima é tropical, portanto, já está hora de reformular este processo ultrapassado e que está para completar 100 anos!
Tudo evoluiu nos últimos 50 anos, por que isso não aconteceu com os processos de tratamento de esgoto?
O processo é estritamente biológico e aeróbio, diz o texto, mas na realidade a coisa é completamente diferente:
--- Para ser estritamente biológico é necessária a participação no tratamento do esgoto de microorganismos de todos os reinos dos seres vivos, entretanto, nas ETEs isso não ocorre, há a participação apenas de microorganismos do reino monera e quando aparecem microorganismos aeróbios de camadas superiores elas são mortas durante a fase final do tratamento, exemplos, rotíferos e ciliados.
--- Basta dar uma olhada nos relatórios de análises físico-química das ETEs que o índice de oxigênio é muito baixa, quase nula em algumas fases, o que indica prevalecer a atividade anaeróbia contrariando o texto acima.

Foto nº. 1: Lagoa de Carapicuíba:

Clique na foto para ver Ampliada...

Os princípios básicos da proposta são:
1- Provocar movimento nas águas, hoje, lênticas e transformá-las em lóticas.
2- Recuperar a tensão superficial da superfície da águas;
3- As maretas funcionarão como prismas para refratar e propiciar a penetração da luz solar, hoje, albedo quase zero;
4- Fazer circular misturando as águas do Tietê, rica em nutrientes mineralizados, com as águas da Lagoa de Carapicuíba, rica em produtores: fitoplânctosn e zooplânctons.
5- Várias referências relatam que a sílica é um constituinte natural das águas brutas e normalmente são encontrados na faixa de 3 a 50 mg/L como SiO2, portanto, se eliminamos as sílicas nas ETAs teremos que adicioná-las no seu retorno aos corpos hídricos, é o pretendo fazer nesta proposta.

As
setas verdes mostram o lançamento das águas da lagoa para o rio Tietê que podem ser na forma de poderosos jatos d'água lançadas a cerca de 30 metros de distância. Durante o trajeto, em contato com o ar, as águas ficarão mais ricas em oxigênio o que ajudará na fitodepuração das águas do rio Tietê (produção primária). Microorganismos anaeróbios e facultativos que produzem gases terão morte instantânea e permanecerão vivas apenas aqueles que estiverem na escuridão dos fundos do rio Tietê seu habitat natural e ainda recoberta de terra, areia e/ou pedra.
Ver os fenômenos que ocorreram durante as obras no dique Ponunduva/Pirapora: http://www.uniagua.org.br/website/default.asp?tp=1&pag=cont_050407.htm.

As
setas vermelhas simbolizam o serviço de drenagem e de limpeza do rio Tietê que só será iniciada após a mudança da cor de preta, cinza ou marrom escura para cor barrenta avermelhada, acastanhada, amarelada ou esverdeada. Elas serão dirigidas sobre o lodo depositado durante o rebaixamento da calha Tietê para separar lentamente a areia, as sílicas e silicatos, dos nutrientes mineralizados, estes, servirão de alimentos para as algas verdes e douradas. A fração mais pesada, pedras, areia, argila e silte ficarão depositadas temporariamente nas margens e nos fundos do lago para garantir a estabilidade dos taludes (margens) da lagoa.
A fração mais leve, suspensa, seguirá Tietê abaixo na forma de sílicas e silicatos. Grande parte dessas sílicas serão usadas pelas diatomáceas para construção de suas carapaças e frústulas e também seguirão Tietê abaixo aumentado a sua população a jusante. Importante salientar que as diatomáceas e demais algas douradas irão se alimentar também dos nutrientes mineralizados existentes no rio Tietê e darão condições ao surgimento de outros microorganismos de camadas superiores como os microcrustáceos.

As
setas azuis simbolizam os jatos d'águas que serão dirigidos para os dois córregos (1 e 2) para que suas águas “cinzas” não deságüem diretamente na lagoa. Uma barreira em forma de dique de areia será formada nessa região e suas águas chegarão à lagoa filtrada e depurada. Algo parecido será feito com o grande córrego 3 que traz esgoto de grande área de Osasco e da região face sul de Carapicuíba.
Barcos dotados de bombas poderão navegando no Tietê e ajudar na formação de ondas (maretas) e com jatos d'água menos potente que as das dragas, que irá facilitar a floração maior de algas verdes, cianobactérias e de algas douradas, ou seja, que microorganismos aeróbios e fotossintetizantes prevaleçam sobre os microorganismos anaeróbios e facultativos que continuarão chegando em grande quantidade a este ponto.
Aprovado o processo em suas etapas iniciais, algo parecido deverá ser feito lá no Alto Tietê, por exemplo na região de Itaquaquecetuba e Suzano onde existem grande portos de areia de cava em funcionamento.
O número de barcaças dotadas de bombas e de dragas dependerá das disponibilidades, muitas, hoje ociosas e ancoradas na região do Cebolão poderão participar desta proposta. Tenho certeza absoluta de que os empresários da atividade mineraria e as empreiteiras donas destas barcaças e que trabalharam na calha Tietê irão colaborar nesse sentido.
É uma excelente ocasião para se desenvolver uma nova forma de dragagem mais barata em que serão minimizados os bota-foras que hoje são encaminhados a aterros distantes como a lagoa de Carapicuíba.
A proposta é que a dragagem seja feita de uma forma mais lenta onde se buscará a sustentabilidade, ou seja, um aproveitamento nobre aos finos de areia, aos finíssimos (colóides) siltes e argilas e sem destruir a vida bentônica, pelo contrário, aumentando a sua população.
Muito material que hoje é desperdiçada e descansa inutilmente em aterros fluirá em forma de vida aeróbia e fotossintetizante Tietê abaixo, com segurança e sem causar assoreamentos, o mesmo ocorrendo com os sólidos suspensos inorgânicos e inertes. Vale ressaltar novamente, os sólidos suspensos são compostos naturais de todos os rios e represas.
Os sólidos inorgânicos suspensos (areia finíssima, siltes e argilas) que já existiam nas águas brutas antes da catação servirão como substrato para o crescimento de microorganismos, entre eles, os importantíssimos fungos aquáticos que merecem um estudo à parte.
Atingido o sucesso com este novo processo de dragagem na Lagoa de Carapicuíba, poderemos aplicar esta tecnologia em outras regiões do nosso imenso território a um custo bem mais baixo.

Foto nº. 2: Córrego 3

Este córrego faz divisa entre os grandes e populosos municípios de Osasco e Carapicuíba. Esses municípios contam o serviço de saneamento básico da Sabesp que, entretanto, por falta de coletores troncos, descarrega todo o esgoto sem tratamento neste córrego e que por sua vez deságua no Tietê.
Quando as águas contendo esgoto atingem essa coloração cinza escura em forma de calda (comumente chamadas pelos técnicos de “águas cinzas”), a matéria orgânica já foi praticamente decomposta pelas bactérias anaeróbias, facultativas e fungos transformando-as em nutrientes mineralizados prontas para serem assimilados por organismos de camadas superiores.


Na ausência de oxigênio fica criado antropicamente um excelente ambiente para somente os microorganismos anaeróbios que criam uma espessa camada de biofilme microbiano nos fundos e laterais, visível a olho nu, impedindo assim o acesso dos aeróbios e fotossintetizantes à terra dos fundos e laterais do respectivo córrego. Resultado, é isso que se vê na foto, os anaeróbios tomam todo o corpo d'água, isso ocorre em todo o território brasileiro. Vamos mudar esse quadro, esse é o desafio, a solução parece barata e simples.
A proposta é bem simples com o uso de caminhões pipa dotado de bombas e mangueiras promover uma limpeza dos córregos e canais e também das tubulações de esgoto e de águas pluviais.
Ou seja, efetuar a limpeza periódica das redes como se estivessem entupidas. Esse serviço pode ser feito também pelos caminhões limpa-fossa dotados com equipamentos de hidrojateamento. A água bruta usada por esses caminhões tanques serão obtidas na Lagoa de Carapicuíba, para tanto deverão ser construídas reservatórios especiais para acumular e facilitar o enchimento mais rápido dos mesmos. Poder enxergar os fundos e laterais dos canais e córregos é o primeiro sinal positivo de um eventual experimento desta proposta.

Fotos do Córrego do Mato de Jundiaí:
Com estas duas fotos comentadas demonstro que poderemos, sim, em caráter de emergência, adotar o sistema de esgotamento misto, e fazer com que ocorram as mudanças de camadas tróficas dentro das redes de esgoto e de águas pluviais.


Foto nº3:
A matéria orgânica lançada pelo homem, em questão 30 minutos a partir da descarga, já estará praticamente decomposta nas próprias redes bem aeradas pelos microorganismos que as transformam em nutrientes mineralizados prontas para serem consumidas por microorganismos de camadas superiores como os rotíferos e ciliados.
Estes fenômenos naturais estão ocorrendo neste córrego de Jundiaí, prova disso é que, na presença de ambientalistas, coletei centenas de guarús em alguns minutos.

Foto 4

Foto nº4
A proposta é repetir esses fenômenos que ocorrem no Córrego do Mato de Jundiaí nos três córregos apontados na foto da Lagoa de Carapicuíba.
Alcançado sucesso nesses três córregos da região de Carapicuíba, estará dado um gigantesco passo para o tratamento do esgoto de toda a região envolvendo Carapicuíba, Osasco, Barueri, Itapevi e Jandira e tendo como núcleo principal a Lagoa de Carapicuíba.

Conclusão:
Concluo este artigo propositivo mostrando uma foto para refletirmos e debatermos:

Foto publicado no UOL Online no dia 17/03/2007 referente a alagamentos na Capital/SP na tarde do dia anterior.
A foto mostra de forma clara, indiscutível, que a terra coloidal presente em águas barrentas é um santo remédio que mesmo de forma paliativa reduziu a ação patogênica das bactérias presentes nessas águas das enchentes contendo esgoto e poluição difusa.

Prova também que os metais pesados incluindo os tóxicos são todos adsorvidos de imediato pelos grãos de areia por troca iônica e pela Lei de Newton de Gravitação Universal tal a diferença de tamanho entre eles. Os grãos de areia são infinitamente maiores que algum metal na forma iônica. Vale ressaltar que nem todos os metais são tóxicos aos seres vivos e que os metais ficam adsorvidos nas superfícies internas dos vazios dos grãos de areia, pois, elas são atraídas ao núcleo central dos mesmos. Isso pode explicar o fato dessa menina não ter ficado doente após contato com água tão suja. Esse fato ocorre com todas as crianças que nadam e brincam em águas de alagamentos por todo o território brasileiro.

Grande desafio assumido nesta proposta: reformulando os processos de tratamento de esgotos onde contaremos com as sílicas e silicatos e alterando também os processos físico-químicos envolvidos, no mínimo, a Sabesp possa dobrar a atual vazão total de projeto (36,0 m³/seg) sem a construção de novas ETEs e o restante possa ser tratada nas próprias redes de esgoto, nas redes de águas pluviais e nos piscinões (reservatórios especiais de compensação) sem grandes investimentos.

Outros artigos e referências:
Renascimento do Projeto Billings 2ª parte – Fenômenos Naturais Envolvidos”
http://www.uniagua.org.br/website/default.asp?tp=1&pag=cont_050407.htm
Entrar no site de busca http://www.google.com.br/ com os seguintes títulos:
Renascimento do Projeto Billings Milagre Ponunduva
Renascimento do projeto Billings – Salvinias no braço rio Grande
Renascimento do Projeto Billings – Barragem de Pirapora
Perda de água por ação microbiana
Renascimento do Projeto Billings - Uma questão de Justiça


(*) Massao Okazaki – Bacharel em Eng. Civil - Mack/77
Pesquisador livre e voluntário, desde o ano 2000, na questão dos recursos hídricos e dos problemas socioambientais - Membro do Comdema de Jundiaí desde 2003.
Propondo desde então uma nova forma de tratar os esgotos domésticos e industriais e chamando a atenção para iniciarmos a despoluição, já, do rio Tietê.
Em comemoração do Centenário da Imigração Japonesa ao Brasil dedico à pátria brasileira.
A disposição para esclarecimento via este portal.

"Today is ""Updated on 09 jul 2009". Melhor visualizado 1024 x 768
alexminck@yahoo.com.br